BOLETIM 16- TENDÊNCIA USO PROTOCOLO ABERTO ETHERNET INDUSTRIAL E A IMPORTÂNCIA DA CERTIFICAÇÃO PARA UMA REDE INDUSTRIAL ROBUSTA E SEM PARADAS

BOLETIM 16- TENDÊNCIA USO PROTOCOLO ABERTO ETHERNET INDUSTRIAL E A IMPORTÂNCIA DA CERTIFICAÇÃO PARA UMA REDE INDUSTRIAL ROBUSTA E SEM PARADAS

TENDÊNCIA USO PROTOCOLO ABERTO ETHERNET INDUSTRIAL E A IMPORTÂNCIA DA CERTIFICAÇÃO PARA UMA REDE INDUSTRIAL ROBUSTA E SEM PARADAS

 

Autor: Eng. Ricardo Pantoja – PANTOJA ENGINEERING & CONSULTANT

 

 

 

 

Há bem pouco tempo atrás as empresas consideradas gigantes pelo tamanho eram consideradas lucrativas, mas hoje a realidade tem se mostrado que as realmente lucrativas são as empresa ágeis, velozes nas tomadas das decisões. Hoje convivemos num mundo em que as informações, a troca e a análise das mesmas são cada vez maiores de suma importância num mundo globalizado e extremamente competitivo. A integração entre os ambientes corporativo e industrial é uma realidade sem volta.

As palavras do momento são CONVERGÊNCIA, VERTICALIZAÇÃO, INTEGRAÇÃO, CONTROLE EM TEMPO REAL, BAIXOS CUSTOS DE MANUTENÇÃO, INFRAESTRUTURA FÍSICA UNIFICADA, entre outras.

Nestes mais de 25 anos atendendo o mercado industrial, o Chão de Fábrica, sempre observei as dificuldades no momento das instalações de um conector RJ-45, no lançamento de um cabo óptico, na sua interconexão com um Controlador Lógico Programável “CLP”, uma Interface Homem Máquina “IHM”, um DRIVE, entre outras; o desconhecimento dos critérios e normas para acomodação dos mesmos, curvaturas, devido aterramento, acabam obstruindo esta comunicação de dados, ocasionando paradas na fábrica, atrasos na produção, erros de interpretação de dados, etc.

 

Alguma pergunta sugere que façam junto aos departamentos voltados à tecnologia da informação e tecnologia da automação:

  • Sua rede de comunicação fabril esta de acordo com as normas vigentes?
  • Quando ocorre uma parada na rede de comunicação é fácil identificar o problema?
  • Seu instalador conhece as novas normas de cabeamento industrial?
  • O cabeamento de sua fábrica é estruturado?
  • O cabeamento de sua fábrica esta blindado contra as múltiplas interferências?
  • Se romper um cabo óptico ele é rapidamente reparado?
  • Sua de rede de dados e energia esta aterrada corretamente?
  • Os equipamentos ativos switches, conversores, wireless são industriais?

Estes são alguns dos problemas que venho encontrando nos mercados industriais afins, e é por este motivo que a PANTOJA ENGINEERING & CONSULTANT vem promovendo no mercado brasileiro o treinamento “Projeto e Manutenção para Rede Ethernet Industrial” com o objetivo de preparar sua rede industrial para ser mais produtiva competitiva e ágil na tomada e interpretação de ações visando incremento no volume de produção.

 

 

Para maiores informações sobre o conteúdo programático acesse o link: http://www.pantojaindustrial.com/exibir.php?id=166

 

 

O site www.pantojaindustrial.com foi criado com o objetivo de ser um canal de informações atualizadas sobre normas, aplicações e produtos para infraestrutura de comunicação para os ambientes severos.

 

Concluindo para podermos dormir tranquilos é sumamente importante que ao final de nossa instalação para rede ethernet industrial, seja providenciado a certificação, na qual serão checados se os produtos foram empregados conforme projeto de especificação, todo o encaminhamento deverá ser analisado evitando curvaturas acentuadas, os ângulos de 90 graus, as terminações ópticas deverão ser verificadas, todos os painéis com terminações deverão ser identificados para uma administração eficiente e sem erros, paralelamente deveremos ter um projeto de aterramento bem definido, ou seja, captação, distribuição e proteção atendendo as normas nacionais e internacionais, e todos os patch-cords elétricos e ópticos deverão ser testados de acordo com a norma e velocidade empregada, hoje categoria 6, 10 Gigabit/s.

 

 

Hoje esta prática de certificação só é empregada nas redes corporativas pelas indústrias do segmento, porém como uma planta industrial não pode parar é muito importante que adotem este critério de certificação também para as aplicações industriais.

 

 

 

Para maiores esclarecimentos entre em contato com a PANTOJA ENGINEERING & CONSULTANT pelo telefone +551144366163, telefone móvel +551192090662 ou pelo e-mail contato@pantojaindustrial.com.

BOLETIM TÉCNICO 15 – INTEGRITY CIRCUIT APLICADO AO CERBERUS PRO

BOLETIM TÉCNICO 15 – INTEGRITY CIRCUIT APLICADO AO CERBERUS PRO

 

 

 

BOLETIM TÉCNICO 15 – CABOS ÓPTICOS EMPREGADOS EM INTEGRITY CIRCUIT “CIRCUITOS ÍNTEGROS” E O SISTEMA DE COMBATE DE INCÊNDIO CERBERUS PRO DA SIEMENS BUILDING           

 

 

 

O objetivo deste boletim e apresentarmos aos senhores duas normas que tratam de circuitos íntegros ”Integrity Circuit” e que são empregadas em várias aplicações em sistemas de combate a incêndio, são elas:

 

– DIN 4102-12

 

– IEC 60331-25  

 

Daremos ênfase ao cabeamento para comunicação de dados por fibra óptica, visto ser imune de interferências eletromagnéticas e um diferencial do sistema de combate de incêndio CERBERUS PRO. Estes sistemas e devidas normas são empregados em aeroportos, metros, ferrovias, hospitais e shoppings, locais com uma grande quantidade de pessoas, sendo esta a principal preocupação, a vida. Dependendo do tipo de fabricante de cabos ópticos este deverá resistir pelo menos há 30 minutos íntegro, ou seja, não apresentará rompimentos dentro deste período, muito importante para evacuação das pessoas e energização dos sistemas de combate de incêndio.

 

A norma alemã DIN4102-12 quando devidamente estudada apresenta critérios técnicos mais fechados, e qualifica em seus testes 03 modelos de cabos:

 

– modelo que resistirá a 30 minutos – E30

 

– modelo que resistirá a 60 minutos – E60

 

– modelo que resistirá a 90 minutos – E90

   

Logo ao especificarem estes tipos de cabos ópticos observem as normas nele aplicadas, para assim ter um sistema de incêndio efetivo.

 

 Tabela – Normas mundiais Integrity Circuit

Todo o sistema deverá seguir estas normas, o cabeamento, infraestrutura, acessórios e o hardware.

 

Estes cabos ópticos normalmente são fabricados com MICA material cerâmico, ou fiberglass com camadas de aço e elementos de tração na sua formação.

 

Para o standard IEC60331-25 os cabos e seus elementos são testados quanto à emissão de fumaça, flamabilidade, choques mecânicos e jatos de agua, durante um determinado tempo, em que o cabo irá se contrair e expandir, porém sem que o circuito não seja danificado, como falamos entre em curto.

 

Na figura baixo é apresentado o forno para teste segundo DIN4102-12 em que os cabos são testados numa temperatura inicial de 600 graus Celsius durante 10 minutos, depois para 800 graus Celsius durante 30 minutos, e finalmente completa o teste numa temperatura de 1.000 graus Celsius durante um período de tempo de 90 minutos.  

 

FIGURA 1 – FORNO PARA TESTE

 

Toda a infraestrutura é testada para podermos desenvolver critérios de montagem que garanta que os cabos fiquem devidamente apoiados, ou seja, a eletrocalha e seus acessórios seguem instruções quanto ao seu posicionamento para devidas fixações. Na figura abaixo poderão ver um sistema de eletrocalha e cabeamento antes do teste e depois do teste.

 

 

FIGURA 2 – SISTEMA INFRA+CABO ANTES VERSUS INFRA+CABO DEPOIS

 

Logo estas são algumas informações importantes para especificarmos um cabeamento ethernet para circuitos íntegros como os encontrados no sistema para combate de incêndio CERBERUS PRO, notem na figura abaixo a topologia entre os equipamentos, topologia em anel que apresenta dupla redundância em equipamentos e cabeamento essencial para a eficácia do sistema.  Note que os switches que estão representados são da família SCALANCE da SIEMENS (www.siemens.com/scalance).

 

 

  

FIGURA  3 – CERBERUS PRO FIRE SAFETY TOPOLOGIA

Para maior entendimento indicamos um vídeo sobre o sistema que apresenta seus diferenciais e setores a ser protegido, comercial e industrial, ou seja, todo o patrimônio: http://www.youtube.com/watch?v=L6XR0qC1lbM

Como referência para projetos segue abaixo o cabo óptico do fabricante Israelense TELDOR modelo SLA-6-01X08-ZAHRH-DD que foi desenvolvido e testado segundo a norma IEC 60331-25:1999, com devido teste do órgão internacional BRE GLOBAL.  

FIGURA 4

FIGURA 4.1

 

CERTIFICAÇÃO E TESTES BRE GLOBAL PARA O CABO ÓPTICO TELDOR MODELO SLA-6-01X08-ZAHRH-DD:

 

 

 

FIGURA5

 

 

 

 

 FIGURA 6

 

 

 

 

 

FIGURA7

 

 

 

 

 

FIGURA8

 

 

 

  

FIGURA9

 

 

 

 

FIGURA10

BOLETIM TÉCNICO 14 – ACESSÓRIO INTELIGENTE PARA REDE ETHERNET INDUSTRIAL – E DAT MODUL – FABRICANTE METZ-CONNECT

BOLETIM TÉCNICO 14 – ACESSÓRIO INTELIGENTE PARA REDE ETHERNET INDUSTRIAL – E DAT MODUL – FABRICANTE METZ-CONNECT

BOLETIM TÉCNICO 14 – ACESSÓRIOS INTELIGENTES PARA MONTAGEM DA REDE ETHERNET INDUSTRIAL – E DAT MODUL REG 8

(8) IP20 – FABRICANTE METZ CONNECT (www.metz-connect.com)

No momento da instalação de cabos, conectores e terminações, sejam elas ópticas ou metálicas, normalmente encontraremos muitas dificuldades para montagem, pois os fabricantes nacionais não possuem soluções para montagem em painéis elétricos. Este é o compromisso da empresa PANTOJA ENGINEERING & CONSULTANT – ETHERNET INDUSTRIAL – TREINAMENTO E CONSULTORIA LTDA, prover soluções em novos produtos e soluções desenvolvidas para conectividade em campo industrial, seja ele uma plataforma de petróleo, uma mineradora, um porto, uma fábrica de papel e celulose, uma siderúrgica, uma usina de açúcar, uma estação de trem, metrô, uma subestação, um laboratório farmacêutico, dentre outros, logo apresentarei neste boletim técnico um produto versátil para montagem em trilho DIN, do fabricante METZ CONNECT, E DAT MODUL REG 8 (8) IP20.

 

    

Figura 01

 

Interessante notar a figura acima que poderemos empregá-lo em situações de pequenos espaços, como em painéis elétricos, bem como poderemos também adicioná-los lado a lado em trilho DIN de acordo com a necessidade da configuração da rede ethernet industrial, figura 02 abaixo.

 

 

 

Figura 02

 

 

Sendo assim apresentamos o produto versátil da METZ-CONNECT, e caso tenham interesse em adquiri-lo entrem em contato conosco, através do e-mail contato@pantojaindustrial.com.

BOLETIM TÉCNICO 12 – OPTICAL MISMATCH/Má combinação óptica

BOLETIM TÉCNICO 12 – OPTICAL MISMATCH/Má combinação óptica

 

BOLETIM TÉCNICO 12 –  Optical "MISMATCH" 

 

 

 

Quando iniciarmos um projeto de comunicação óptica deveremos levar em consideração vários parâmetros, e, sobretudo conhecer as tendências de mercado. Em relação ao tema acima a tendência é a utilização dos cabos e conectores ópticos para 10GigaBIT/s com núcleo 50um e devidos conectores para 10GigaBIT/s que são identificados com a cor água, um azul claro. Nas instalações antigas vocês encontrarão instalados cabos de núcleo 62.5um, pois naquela época não existia esta tecnologia, nem demanda para devida aplicação. Neste caso existirá um problema quanto a performance da rede , pois de um núcleo maior  62.5um para um núcleo menor 50um parte do sinal óptico irá ser refletida , ocasionando o que chamamos de “mismatch” uma má combinação. Já se utilizarmos um núcleo menor 50um para um núcleo maior 62.5um não teremos problemas de má combinação, sendo assim no momento da compra ou especificação de uma solução óptica analise com carinho o que já esta instalado , ou opine por uma solução moderna de ponta à ponta em 50/125um para 10GigaBIT/s.

 

 

When to initiate a project of optic communication we will have to take in consideration some parameters, and, over all to know the market trends. In relation to the subject above the trend is the use of the handles and optic for 10GigaBIT/s with connecting nucleus 50um and which had connectors for 10GigaBIT/s that they are identified with the color water, a blue one clearly. In the old installations vocês they will find installed nucleus handles 62.5um, therefore at that time it did not exist this technology, nor demand for which had application. In this in case that the performance of the net will exist a problem how much, therefore of a bigger nucleus 62.5um for a lesser nucleus 50um part of the optic signal will go to be reflected, causing what we call “mismatch” an bad combination. Already to use a lesser nucleus 50um for a bigger nucleus 62.5um we will not have problems of bad combination, being thus at the moment of the purchase or specification of an optic solution it analyzes with installed affection what already this, or thinks for a modern solution of tip to the tip in 50/125um for 10GigaBIT/s.

 

 

:( – 62.5um p/ 50um.

 :)– 50um p/ 62.5um

 

 

Acesse : www.siemens.com/scalance

 

   

BOLETIM TÉCNICO 11 – DATA CENTER TIER

BOLETIM TÉCNICO 11 – DATA CENTER TIER

 

 

 

 DATA CENTER É O CENTRO NERVOSO DAS CORPORAÇÕES, E NELE DEVEREMOS INVESTIR COM INTELIGÊNCIA, POIS PARADAS MOMENTÂNEAS PODEM OCASIONAR PERDAS FINANCEIRAS IRREPARÁVEIS, E COM CERTEZA SEUS CLIENTES NÃO O PERDOARÃO!  PARA ORIENTAR OS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS COM A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO FORAM CRIADAS AS CLASSIFICAÇÕES QUANTO A INFRAESTRUTURA (ARQUITETURA+MECÂNICA+ELÉTRICA+COMUNICAÇÕES) O QUAL CHAMAMOS DE “TIER”, EM 04 CLASSES 1, 2, 3 E 4.

 

TIER 1: DATA CENTER BÁSICO.

 

TIER 2: DATA CENTER COM COMPONENTES REDUNDANTES.

 

TIER 3: DATA CENTER QUE PERMITE MANUTENÇÕES SEM PARADAS.

 

TIER 4: DATA CENTER TOLERANTE A FALHAS.

 

Acesse:

http://www.leafersystem.com/viewer/itsolutions/virtualization/Siemens_Virtualization_IT7.pdf

 

ANALISANDO A FIGURA ACIMA PODERÃO PERCEBER QUE DA CLASSE 1 À CLASSE 4 OS CRITÉRIOS QUANTO A DISPONIBLIDADE E TEMPOS DE PARADA VÃO SENDO MAIS CRÍTICOS A MEDIDA DO CRESCIMENTO, OU SEJA, O TIER 4 É UMA CLASSIFICAÇÃO 99,995% DE DISPONIBILIDADE COM DOWNTIME ANUAL DE APROXIMADAMENTE VINTE E SEIS MINUTOS. PARA OS SENHORES TEREM UMA IDÉIA DE UM TIER 4 HOJE NO BRASIL NÃO EXISTE NENHUM DATA CENTER COM CLASSIFICAÇÃO 4, LOGO É UM MERCADO PROMISSOR.  NA TABELA SEGUINTE PODERÃO TOMAR CONHECIMENTO DO CUSTO POR HORA DO DATA CENTER PARADO(DOWNTIME) .

 

 

CONHEÇA AS SOLUÇÕES DE CONECTIVIDADE SIEMENS ACESSANDO www.siemens.com/scalance.

 

 

 Acesse:  http://www.leafersystem.com/viewer/itsolutions/virtualization/

 

 

Acesse:

http://www.it-solutions.siemens.com/b2b/it/en/us/virtualization/Pages/virtualization.aspx